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Notícias

 

Gravura Comemorativa de Oswaldo Goeldi é lançada pelo Projeto Goeldi

Para registrar a passagem do 55º ano de falecimento de Oswaldo Goeldi, um dos mais importantes artistas brasileiros durante o século passado, a Associação Cultural Oswaldo Goeldi e o Projeto Goeldi, através de sua curadora Lani Goeldi, promoveu a reimpressão de uma de suas obras originais em edição reduzida para colecionadores. A impressão seguiu os métodos originais feitos pelo artista, utilizando-se para isso a matriz original desta xilogravura, hoje pertencente a um colecionador particular. A tiragem é de apenas vinte exemplares numerados e chancelados pelo Projeto Goeldi e deste total, apenas dez unidades serão disponibilizadas ao público interessado através de um livro de ouro com pré reserva, sendo as demais impressões de propriedade das instituições envolvidas nesta efeméride.

Goeldi foi o mais importante gravador expressionista brasileiro e influenciou toda uma geração de grandes artistas que se dedicaram à gravura. Artista plástico, ilustrador, gravador e professor, suas ilustrações alcançaram um amplo leque de escritores dos mais diferentes estilos como Dostoievski, Machado de Assis, Gustavo Corsão, Jorge Amado, Cassiano Ricardo e tantos outros.

Essa tiragem póstuma comemorativa, reeditada a partir da matriz produzida pelo artista,  visa acima de tudo  o reconhecimento e valorização do imenso patrimônio cultural que representa a obra de Oswaldo Goeldi na história da arte brasileira, e também a possibilidade rara e bem-vinda de poder se adquirir com segurança e a chancela do Instituto que leva o seu nome, uma de suas obras.

Após 50 anos, a matriz da xilogravura “Lua”, pertencente a um colecionador particular, recebe novamente tinta para a impressão de uma tiragem comemorativa de apenas 20 exemplares numerados e chancelados pelo Projeto Goeldi.

 

As obras de Goeldi fazem parte de importantes instituições culturais tais como: Museu Nacional de Belas Artes – que já havia feito uma tiragem póstuma das obras de Goeldi, Biblioteca Nacional, Museu Paraense Emílio Goeldi, Museu Casa da Xilogravura e Museu de História Natural de Berna – Suíça entre outras.

A arrecadação com a venda desta tiragem será revertida ao Projeto Goeldi, que em 2017 já prepara o lançamento da primeira obra essencialmente biográfica e familiar do artista, inspirada nos relatos narradas pelos seus familiares, pesquisadores, amigos, artistas e ex-alunos. Restam pouquíssimos exemplares e para se adquirir um, o interessado deve entrar em contato direto com o projeto Goeldi através do endereço www.oswaldogoeldi.org.br

 

Ficha técnica:
Técnica: Xilogravura
Título atribuído: Lua – circa 1956
Matriz:  madeira
Dimensão: 23 X 20 cm
Suporte e cor: papel especial em duas cores: preto e vermelho
Tiragem póstuma numerada: exemplar 01 a 20
Assinatura: chancela em relevo seco do Projeto Goeldi.

 

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Cinquentenário de Falecimento de Oswaldo Goeldi 



- Folha de São Paulo - Ilustrada - 15/02/2011






Goeldi na Bienal São Paulo 




29. Bienal São Paulo 2010
"Há sempre um copo de mar para o homem navegar"

De 25.09.10 a 12.12.10
Fundação Bienal de São Paulo / Bienal de Sao Paulo
Pavilhao Ciccillo Matarazzo
Parque Ibirapuera, São Paulo, Brazil
São Paulo
Brasilien
fon (011) 5574-5922

Künstler: Adrian Piper, Aernout Mik, Ai Weiwei, Albano Afonso, Alberto Greco, Alessandra Sanguinetti, Alfredo Jaar, Alice Miceli, Allan Sekula, Allora & Calzadilla, Amar Kanwar, Amelia Toledo, Ana Gallardo, Andrea Büttner, Andrea Geyer, Andrew Esiebo, Anna Maria Maiolino, Anri Sala, Antonieta Sosa, Antonio Dias, Antonio Manuel, Antonio Vega Macotela, Apichatpong Weerasethakul, Archigram Group, Artur Barrio, Artur Zmijewski, CADA - Colectivo Acciones De Arte , Cao Fei, Carlos Bunga, Carlos Garaicoa, Carlos M Teixeira, Carlos Vergara, Carlos Zilio, Chantal Akerman, Chen Chieh-jen, Chim Pom, Cildo Meireles, Cinthia Marcelle, Claudia Joskowicz, Claudio Perna, Daniel Senise, David Claerbout, David Cury, David Goldblatt, David Lamelas, David Maljkovic, Deimantas Narkevicius, Dora Garcia, Douglas Gordon, Eduardo Coimbra, Eduardo Navarro, Efrain Almeida, Emily Jacir, Enrique Jezik, Ernesto Neto, Fernando Lindote, Filipa Cesar, Fiona Tan, Flavio de Carvalho, Francis Alÿs, Gabriel Acevedo Velarde, Gil Vicente, Graziela Kunsch, Grupo de Artistas de Vanguardia , Grupo Rex , Gustav Metzger, Guy de Cointet, Guy Veloso, Harun Farocki, Hélio Oiticica, Henrique Oliveira, High Red Center , Isa Genzken, Jacobo Borges, James Coleman, Jean-Luc Godard, Jeremy Deller, Jimmie Durham, Joachim Koester, Jonas Mekas, Jonathas de Andrade, Jose Leonilson, Jose Spaniol, Joseph Kosuth, Juliana Stein, Julie Ault & Martin Beck, Karina Skvirsky Aguilera, Kboco & Roberto Loeb, Kendell Geers, Kiluanji Kia Henda, Kimathi Donkor, Kutlug Ataman, Livio Tragtenberg, Luiz Zerbini, Lygia Pape, Manfred Pernice, Manon de Boer, Marcelo Silveira, Marcius Galan, Maria Lusitano, Maria Thereza Alves, Marila Dardot & Fabio Morais, Mario Garcia Torres, Marta Minujin, Mateo Lopez, Matheus Rocha Pitta, Miguel Angel Rojas, Miguel Rio Branco, Milton Machado, Mira Schendel, Monir Shahroudy Farmanfarmaian, Moshekwa Langa, Nastio Mosquito a.k.a Bofa da Cara, Nan Goldin, Nancy Spero, Nelson Leirner, Nnenna Okore, NS Harsha, Nuno Ramos, Oscar Bony, Oswaldo Goeldi, Otobong Nkanga, Otolith Group , Palle Nielsen, Paulo Bruscky, Pedro Barateiro, Pedro Costa, Pixacao SP, Qiu Anxiong, Raqs Media Collective, Roberto Jacoby, Rochelle Costi, Rodrigo Andrade, Ronald Duarte, Rosangela Renno, Runa Islam, Samuel Beckett, Sandra Gamarra, Sara Ramo, Simon Fujiwara, Sophie Ristelhueber, Steve McQueen, Sue Tompkins, Superstudio , Susan Philipsz, Tacita Dean, Tamar Guimaraes, Tatiana Blass, Tatiana Trouve, Tobias Putrih, UN Studio , Wendelien van Oldenborgh, Wilfredo Prieto, Yael Bartana, Yoel Diaz Vazquez, Yonamine , Yto Barrada, Zanele Muholi, Zarina Bhimji



Goeldi percorre o país



Numa proposta de difundir a obra do artista Oswaldo Goeldi, Lani Goeldi, sobrinha do artista e curadora do Projeto Goeldi, firmou uma parceria com a Caixa Cultural, Governo Federal, Governo estadual e Centro Cultural dos Correios a obra de Goeldi poderá ser vista por todos os brasileiros.


A Exposições denominada "Goeldi - luz noturna" e "Goeldi o Encantador das Sombras", e outros titulos ainda a serem denominados fazem parte de uma serie de ações que contemplarão o cinquentenario de falecimento do artista em 2011 e todo público admirador da obra do artista poderá ter acesso a este acervo, estabelecendo um novo "record" em obras e materiais já expostos sobre o artista.

Segundo a Curadora da Exposição, Lani Goeldi , sobrinha- neta de Oswaldo Goeldi, a cada ano a Familia Goeldi e outros colecionadores tem tido todo um trabalho de concientização, para que estas obras, objetos e fotos sejam levados ao público;



Museu Nacional de Belas Artes - RJ concretiza parceria com o "Projeto Goeldi"



No dia 10/12/2009 foi assinado no Gabinete da Diretoria do Museu de Belas Artes no Rio de Janeiro um termo de parceria para publicação de mais uma obra, esta contendo parte do acervo de Oswaldo Goeldi do MNBA;

Presentes a formalização do acordo: Monica Chechéu - Diretora do Museu, Laura Abreu - Responsável pela Divisão de Gravura e Lani Goeldi - Presidente e Curadora do Projeto Goeldi



Palestra: Uma Conversa sobre a obra de Goeldi com Rodrigo Naves


Dia 19-09-2007 ás 20H no Estudio Buck
Rua Lopes do Amaral, 123 - Vila Olimpia -SP


Artista inspirou nova geração 



- Goeldi elucidou o que há de importante no nosso Modernismo. Embora às vezes causasse controvérsia, seu trabalho e postura ética eram tão marcantes que o faziam respeitado no meio de arte e intelectual - afirma Zilio.


Zilio conta que a produção de Goeldi passou por certo ostracismo nos anos 60 e 70, após a morte do gravador. Mas confirma que as gerações posteriores assistiram a um amplo refluxo de referências. Goeldi serviu de inspiração direta para nomes como Rodrigo Andrade e Fabio Miguez, conta:


- É como uma pedra no lago: quando um artista tem consistência, cada comentário sobre ele gera uma onda de repercussão. É um fenômeno que pode ser constatado, inclusive, pelo aumento da cotação das gravuras de Goeldi, na década de 80.


Artista declaradamente apaixonado pela obra de Goeldi, o desenhista Amador Perez, professor de design na Pontifícia Universidade Católica (PUC/RJ), ressalta que a faceta talvez menos divulgada e a que mais tem a revelar de Goeldi é a de ilustrador. Devido a sua amizade com escritores, Goeldi fez ilustrações para inúmeras revistas e jornais, desde a década de 20 até sua morte. Entre as edições mais conhecidas, estão Cobra Norato, de Raul Bopp, e livros de Dostoiévski e Cassiano Ricardo.


- Goeldi é grande em todos os aspectos, inclusive na ilustração. Infelizmente, pouquíssimos de meus alunos o conhecem. A valorização progressiva dele não atingiu a esfera das artes gráficas. Espero que esse reconhecimento venha logo - deseja Perez. - (JB-online - 31-10-2005)



Mestre revelado


Até hoje pouco conhecido do grande público, o gravador Oswaldo Goeldi é lembrado em exposição que exibe obras inéditas e em site que documenta sua produção, marcada por tons sombrios e imagens solitárias
Bianca Tinoco 



Para o poeta Carlos Drummond de Andrade, que lhe dedicou um poema, ele era o senhor das sombras, da solidão e do sol noturno, autor de obras de beleza quase assustadora. Para o crítico de arte Ronaldo Brito, ele é nada menos que o maior artista brasileiro do século 20, embora quase sempre incompreendido. Mas até hoje ainda desconhecido do grande público, o gravador carioca Oswaldo Goeldi (1895-1961) felizmente começará a perder sua aura de mistério na quinta-feira, quando será lançado na internet o Centro Virtual de Documentação e Referência Oswaldo Goeldi (www.centrovirtualgoeldi.com). Com 700 gravuras e desenhos que remetem à solidão nas grandes cidades, o banco de dados organizado com patrocínio da Petrobras deu origem a uma exposição com 40 obras, algumas inéditas, que será aberta sexta-feira ( 03-11-2005) no Museu da República.
– Trata-se de uma miniminirretrospectiva, com obras referentes a cada período da carreira dele. É pequena, mas com Goeldi o tamanho é o que menos importa. Uma gravura dele com 10 cm pode conter o universo inteiro – diz a historiadora Noemi Ribeiro, que se dedica à obra de Goeldi há mais de 20 anos e é responsável pelo projeto.

Filho do cientista suíço Emílio Augusto Goeldi, o gravador, desenhista e ilustrador foi criado em Belém (PA) e posteriormente em Berna, na Suíça. Dedicou-se durante toda a carreira a um trabalho expressionista que ressalta o estranhamento que sentia diante do mundo. Em voga na Europa do início dos anos 20, o estilo de Goeldi não foi bem recebido quando o artista voltou a morar no Rio e fez sua primeira exposição em 1921, no Liceu de Artes e Ofícios.

Respeitado por intelectuais como a poeta Beatrix Reynal e os escritores Rachel de Queiroz (1910-2003) e Manuel Bandeira (1884-1984), ele, no entanto, passou a ser visto como uma exceção frente ao colorido modernismo de Tarsila do Amaral e Di Cavalcanti. Seu temperamento reservado e solitário contribuiu para esse distanciamento.

A exposição no Museu da República apresenta pela primeira vez algumas das obras produzidas por Goeldi ainda na Suíça e que já revelavam suas bases operacionais e a visão de mundo do artista.

– São trabalhos da juventude, comprados recentemente por um colecionador brasileiro. Costumo dizer que Goeldi já nasceu sabendo arte, só amadureceu no domínio das técnicas – diz Noemi.

O nome do colecionador que permitiu o registro das gravuras inéditas no Centro Virtual de Documentação será revelado no site, que também divulgará uma série de outros nomes, de particulares e de instituições públicas e privadas. Segundo Noemi, embora discretos, os colecionadores do artista são muitos e aficionados pela obra dele – a maior parte dos acervos reúne grupos de gravuras.

A abertura do Centro de Documentação foi a forma que a pesquisadora encontrou para que os proprietários ainda desconhecidos de trabalhos do artista, sabendo da catalogação, a procurem também.

– Reunimos não apenas imagens dos trabalhos de Goeldi, mas cópias das cartas que ele trocou com o artista expressionista austríaco Alfred Kubin (1877-1959), seu principal interlocutor. Elas poderão ser lidas no site com a grafia de Goeldi, em alemão. Todas terão tradução em inglês e português – adianta Noemi, ressaltando que o site será bilíngüe.

Para o pernambucano Gilvan Samico, aluno de Goeldi na década de 50 e um dos maiores gravadores do Brasil, o Centro de Documentação chega em boa hora.

– É indiscutível a importância da obra dele. Eu teria que inventar algum adjetivo para falar do meu sentimento por Goeldi. Livio Abramo e ele foram os melhores gravadores do Brasil no século passado e tive a sorte de ser aluno de ambos. Enquanto Goeldi não for reconhecido, haverá uma grande lacuna na história da arte brasileira – afirma.

Goeldi merece um museu público, afirma Ronaldo Brito, autor do livro Oswaldo Goeldi (2002), feito para o Instituto Cultural The Axis em parceria com Sílvia Roesler. Brito lembra que essa era uma proposta dos também críticos Mário Pedrosa e Ferreira Gullar logo após a morte do artista, no começo dos anos 60.

– Goeldi é o patrimônio estético por excelência do Modernismo da primeira metade do século 20. Também é o maior exemplo da falta de atenção das autoridades à arte brasileira. Já falo há algum tempo da necessidade de um Museu Goeldi, debati o assunto com algumas pessoas influentes e não vejo iniciativa, fico perplexo. A verdade é que a história da arte no Brasil ainda não tem potência para assimilar Goeldi – afirma.

Ronaldo Brito destaca que, mesmo morto há mais de 40 anos, Oswaldo Goeldi deixou em sua obra questões de tal urgência que até hoje provocam artistas contemporâneos.

– A poética dele é tão forte que mesmo hoje é capaz de dialogar com as mais diversas linguagens, do neoconcretismo de Lygia Pape à arte contemporânea de Nuno Ramos. Tudo o que fizerem por ele ainda é pouco – sustenta.

Outra que defende a criação de museu ou galeria com exposições permanentes de Goeldi é a gravadora e ex-aluna Anna Letycia, nascida em Teresópolis e radicada no Rio. Segundo ela, Lani Goeldi, sobrinha-neta do artista, tem entrado em contato com colecionadores e talvez possa se esperar algo concreto a esse respeito em breve. Amiga do gravador, Anna guarda em sua casa um conjunto de gravuras e a matriz de um auto-retrato dele.

– Goeldi morava sozinho em um apartamento pequeno no Leblon. Era eu que o ajudava a vender gravuras em seus últimos anos. Ele vivia mal da arte, a atividade de ilustrador é que o sustentava. Talvez ele não seja tão valorizado hoje porque trabalhava com gravura, obra que não é única. Mas, no caso dele, era quase: uma matriz de xilogravura permite 100, 120 cópias, mas ele só fazia 12 de cada. As gravuras de cor são ainda mais singulares, pois ele diferenciava os tons de cópia para cópia – conta Anna Letycia.

Como Samico e Brito, Anna Letycia lembra que Goeldi recuperou nos últimos 10 anos parte de seu reconhecimento, devido à publicação de estudos sobre sua trajetória. Em 1995, o Centro Cultural Banco do Brasil do Rio fez uma retrospectiva de sua obra e entre 1998 e 1999 a Casa França-Brasil dedicou-lhe uma mostra de gravuras. Mas nada trazia elementos tão raros quanto a retrospectiva atual. Para o artista plástico Carlos Zilio, professor da Escola de Belas Artes da UFRJ, ele é consagrado para um público mais específico de arte, que envolve estudantes, freqüentadores de exposições, marchands, colecionadores e os próprios artistas. Uma aclamação a que Goeldi assistiu em vida, após expor em 1950 na Bienal de Veneza e, um ano depois, ganhar o prêmio de gravura na 1ª Bienal de São Paulo – com obras que serão expostas no Museu da República. (JB online- 31-10-2005)



ESPAÇO CULTURAL BM&F


• A exposição Goeldi na BM&F: Arte em Branco e Preto reúne 54 obras (xilogravura, bico de pena, linoleogravura e desenho) do artista Oswaldo Goeldi (1895-1962) , um dos pioneiros da gravura no Brasil. Há também 14 outras peças, entre objetos pessoais, fotos e recortes de jornais. A curadoria é de Lani Goeldi (sobrinha do artista) e de Ricardo Vianna Barradas (de 28/02/07, às 18h30, a 05/04/07).



Escola de de Nacional Belas Artes 


A Escola Belas Artes foi um dos centros do Universidade Federal do Rio de Janeiro desde os tempos coloniais.

Uma carta real de 20 de novembro de 1800 por D. João VI de Portugal estabeleceu a " Aula de de Prática Desenho e Figura " no Rio de Janeiro. Foi sistematicamente a primeira instituição no Brasil que se dedicou ao ensino das artes. Durante os tempos coloniais, as artes eram principalmente de natureza religiosa ou natureza utilitária e eram estudadas em um sistema de aprendizado.

O Decreto de 12 de agosto de 1816 criou o " Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios " (Escola Real de Ciências e Artes) que estabeleu uma educação oficial nas belas-artes. Então foi mencionado novamente como a " Academia de Imperial Belas Artes ", instituindo um sistema de educação artística que grandemente influenciaria o desenvolvimento da arte brasileira.

Em 8 de novembro de 1890, a Academia Imperial velha foi transformada na" Escola Nacional Belas Artes " E em 1931, a Escola se juntou à Universidade de Rio de Janeiro, a atual Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Estudantes notáveis

*Artur Barrio, (1945 -) artista conceitual
*Lúcio Costa, (1902-1998) arquiteto brasileiro e planejador urbano
*Oswaldo Goeldi, (1895-1961) artista e gravador
*Ismael Nery, (1900-1934) poeta e pintor
*Oscar Niemeyer, (1907 -) arquiteto
*Candido Portinari, (1903-1962) pintor

Fontes: * [http://www.eba.ufrj.br Escola de Belas Artes] (School of Fine Arts of Federal University of Rio de Janeiro)
* [http://www.ufrj.br Federal University of Rio de Janeiro Official website]


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